terça-feira, 11 de janeiro de 2011

2010: o ano do Tigre

Nos últimos dias de Dezembro é impossível não fazer um balanço do que se passou nos últimos 12 meses. Dos amores aos desamores, das amizades às inimizades, passando pela saúde e pelo trabalho há muita coisa que ficará na memória da Maria Diná pelos melhores e pelos piores motivos.
Continuo sem perceber os homens. O ano começou com um amor platónico e assim seguiu pelos meses seguintes até que me apercebi de que os lindos olhos castanhos e o porte atlético que me fizeram fantasiar noite após noite pertenciam a um 'menino' que está mais virado para a homossexualidade do que para a heterossexualidade. Quero acreditar que em 2011 esteja reservado um exemplar masculino à minha altura, ou de preferência mais alto, que eu gosto de usar saltos. A depilação está feita e as unhas dos pés arranjadinhas para qualquer eventualidade. Sim, que estar solteira não é sinónimo de me me ter transformado num camafeu!
Nasamizades livrei-me de uma 'anaconda'. Os amigos eram poucos, agora há menos uma. Mas os que cá andam são para ficar, espero eu. Perdi a paciência para facadas nas costas, fofocas e histerismos femininos.
No trabalho mais do mesmo. Mudei de emprego, para um basicamente igual. Aumento não há, apenas de trabalho. Continuo a chegar atrasada e a ouvir as lamentações do chefe. Tenho mais olheiras, ando mais cansada, tenho férias e folgas por gozar e um colega sem dois dentes que teima em lançar-me o seu charme. Perdi a conta à quantidade de pessoas que conheço a quem faltam dentes. Parece-me que se tratou de uma espécie de epidemia em 2010!
Euzinha envelheci um pouco. As primeira rugas despoletaram à volta dos olhos, mas graças a Deus que existe base, tapa-olheiras, iluminador e outros elementos indispensáveis em qualquer bolsa de maquilhagem feminina. O resto do corpinho continua 'firme e hirto' e não fosse uma maldita gastroenterite, este ano nem tinha visto as instalações de um hospital.
E pronto, depois do balanço é tempo das resoluções. Em 2011 quero um homem e dava-me jeito não recorrer a um acompanhante de luxo, que a conta bancária bateu no fundo com os presentes de Natal. Quero um emprego novo, um daqueles que me realize e de preferência que me faça tirar a corda da garganta com um ordenado exorbitante! Quero manter o meus amigos e conhecer pessoas novas. Em 2010, ano do Tigre, não meti as garras de fora. Mas em 2011, ano do Coelho não me peçam para ser fofinha!

25 de Dezembro de 2010

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